O
mais leve dos metais (o lítio) foi se construindo aos poucos, numa longa gestação, por
meio do medo, do espanto, da doença que começou na infância, mas também por
causa do fascínio que a palavra escrita sempre exerceu sobre mim. Tenho a
oportunidade de estar com ela, na forma de literatura, até no trabalho que me
provê. Ironicamente escrevo pouco, “falo menos ainda”, mas - surpreendente -
consegui publicar dois livros em dois anos consecutivos. O mais leve dos
metais estava morrendo, quando o editor e escritor Eduardo Lacerda o salvou. Não fiz um
agradecimento formal a ele na última página, porque minha gratidão à Editora Patuá está além das palavras (justo essa entidade sempre tão presente no que
sou). É algo muito auspicioso nas
condições em que o lançamento se dará: no aniversário de 15 anos de uma editora que
carrega a sorte até no nome, ao lado de tantos escritores, numa festa que trará
à luz uma quantidade louca de livros, como só o Eduardo, o Quixote, teria coragem de
fazer.
Pois agora o livro nasceu de fato para o mundo. E está lindo, como podem ver. Ele conta com a arte de Tieko Irii na capa e texto da orelha de Marilia Kubota, duas mulheres que admiro muito.
Venham.
É no dia 28 de fevereiro, na Livraria Patuscada (Rua Murat, 40, Pinheiros, São Paulo - SP). Estarei lá das 17h às 19h30, esperando
vocês.
Aos que quiserem adquirir o livro fora do lançamento, ele está em pré-venda aqui no site da editora.




